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O Empreendedorismo Feminino no Brasil

empreendedorismo feminino

O empreendedorismo feminino no Brasil tem ganhado números cada vez mais expressivos ao longo dos últimos anos. Mulheres em busca da independência financeira apostam suas cartas em seus próprios negócios e conquistam um mercado majoritariamente masculino.

Além da independência financeira, muitas mulheres entram no mundo do empreendedorismo digital devido a questões como flexibilidade de horários, o que facilita muito em conciliar um negócio com a vida familiar.

Empreendedorismo Feminino: por dentro dos números 

De acordo com relatórios divulgados pelo Sebrae, os números do empreendedorismo feminino no Brasil ganharam força nos últimos tempos, entre 2001 e 2009 o índice de empreendedoras aumentou de 29% para 53%. Mas essa luta ainda está longe de terminar! Atualmente, as mulheres representam 34% de todos os donos de negócios no Brasil, mas ainda lucram 22% a menos que os os homens.

Além disso, a taxa de  conversão de empreendedoras (mulheres que têm um negócio) e donas de um negócio (mulheres que empregam outras pessoas) é 40% mais baixa do que a taxa de conversão dos homens.

Se levarmos para o lado das donas de negócios próprios, o cenário ainda fica um pouco pior. A cada 10 empreendedores, 65% tornam-se donos de negócios, enquanto a cada 10 empreendedoras, apenas 39% se tornam donas de negócios.

Outro dado que é relevante quando falamos sobre empreendedorismo feminino é que, de acordo com uma nota técnica divulgada pelo Senado Federal em 2017, 29% das mulheres não denunciam crimes de violência doméstica. Um dos motivos é o fato de dependerem financeiramente dos agressores, sendo o empreendedorismo uma oportunidade onde mulheres vítimas de violência doméstica podem encontrar a independência financeira. 

Esses números se tornam ainda mais relevantes quando analisamos que somente em 1962, há apenas 58 anos, as mulheres tiveram acesso aos seus próprios CPFs. A partir desse momento elas puderam registrar seus negócios.

O que leva as mulheres a empreender?

A relação das mulheres com o trabalho surgiu de um histórico de necessidade, quando os homens deixaram seus trabalhos para enfrentar a guerra. Não tendo que o fizesse, elas assumiram suas posições no mercado de trabalho. Mas a guerra acabou e o movimento feminista ganhou força e poder.

Depois de adentrarem no mercado de trabalho, novas oportunidades foram surgindo e a luta em um mercado majoritariamente masculino foi crescendo. 

É inevitável falar sobre empreendedorismo feminino sem lembrar da figura que tenho em casa. Há 25 anos, minha mãe encontrou na abertura do seu próprio negócio a fórmula para conciliar o trabalho e a maternidade. Ela é apenas umas das milhares de mulheres que empreendem por necessidade, mas, felizmente, esse número vem mudando, assim como o comportamento das empreendedoras.

Cada vez mais as mulheres estão deixando de considerar o empreendedorismo uma solução para uma necessidade e considerando-o como a primeira opção para transformarem todo o seu potencial em um negócio lucrativo.

Importância do Empreendedorismo Feminino

Mas por que falar sobre isso é tão importante? Porque quando estimulamos um negócio criado por uma mulher não estamos mudando só a vida de uma empreendedora, mas estamos contribuindo para a desconstrução do machismo estrutural.

Além disso, damos espaço para talentos que vão além do gênero e empoderamos mulheres, dando oportunidade para que se tornem independentes financeiramente e saiam de relacionamentos abusivos. Conforme apresentado anteriormente, a dependência financeira é um dos principais motivos para que mulheres não denunciem seus agressores.

Empreendedorismo Digital

Por ter um baixo custo e um retorno mais rápido do que negócios físicos, o empreendedorismo digital é uma ótima opção para mulheres começarem seus negócios. 

Um bom exemplo de empoderamento nesse ramo é a empreendedora Ana Paula Padrão, que transformou suas experiências em cursos que desenvolvem a inteligência emocional das mulheres do mundo corporativo. O seu curso, Escola de Você,  já conquistou alunas em todo o Brasil.

Além da Ana, é possível citar a Nathalia Arcuri, do Me Poupe! Rejane Toigo, da Like Marketing, Luana Franco (Fiquei sem Crachá), Liz Valz (Escola de Insta), entre tantas outras. E isso é muito incrível!

A luta das mulheres no mercado do empreendedorismo avança a cada ano, mas ainda está longe de terminar. E para fomentar essa luta, não basta apenas empreender, mas sim apoiar e consumir de negócios chefiados por mulheres. Dessa forma, estaremos promovendo uma mudança no mercado majoritariamente masculino em que vivemos.

Você é mulher e está se aventurando nesse mundo do empreendedorismo? Fala aqui embaixo e vamos conversar sobre isso.

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