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Como o Copywriting vai te ajudar a vender mais

Copywriting

Na internet, você tem 15 segundos para reter a atenção do seu potencial cliente. Sabe o que isso quer dizer? Que o seu texto deve ser atrativo, sua promessa verdadeira e sua isca efetiva. E o Copywriting serve, justamente, para isso! Então, se você não sabe o que é Copywriting, vem comigo!

Do contrário, o seu tráfego irá por água abaixo e sua taxa de rejeição (aquela que mede o quanto as pessoas entram e saem da sua página sem realizar nenhuma interação) será o único número de destaque em suas métricas. 

Isso é motivo suficiente para se preocupar em como se comunicar com o seu público, certo? Nesse contexto surge o copywriting, a técnica que, falando sem rodeios, responde ao leitor porque ele deve gastar seu tempo com você.

Nesse artigo você vai descobrir:

  • O que é copywriting?
  • O que define um bom copywriting?
  • Quais são os benefícios do copywriting?
  • Como planejar uma estratégia de copywriting?
  • 5 gatilhos de copywriting para vender mais
  • Como usar a jornada do herói no copywriting?

Boa leitura!

O que é copywriting? 

Copywriting é o ato de produzir textos persuasivos com o objetivo de guiar e convencer o público a realizar uma ação. 

Essa ação pode variar dependendo da sua estratégia. Por exemplo, uma ação pode incluir assinar uma newsletter, responder uma pesquisa e, inclusive, comprar um produto. 

Em poucas palavras, o copywriting engaja o público por meio de técnicas de comunicação que convencem o leitor sobre a importância e qualidade do seu negócio, quebrando suas principais objeções relacionadas à venda (quando nos referimos à aquisição de um produto ou serviço) ou outra ação vinculada ao processo (como a oferta de um conteúdo para coletar informações do lead).

Onde o copywriting poder ser aplicado? 

A resposta é simples: em qualquer material que busque algum tipo de conversão. 

A persuasão é uma arma antiga, usada muito antes da internet. A mala direta é um exemplo disso, uma época em que era comum o envio de cartas com textos “atrativos” para conseguir mais compradores.

Hoje, esse mesmo texto é o que conhecemos como copywriting e é usado em canais como:

  • peças publicitárias;
  • anúncios online;
  • email marketing;
  • artigos;
  • roteiros de vídeos;
  • cartas de vendas, entre outros.

O que define um bom copywriting?

Você já entendeu o que é copywriting e que um bom copy é aquele que consegue incentivar uma tomada de ação, no entanto, existem outros fatores que identificam um copy de qualidade. 

Na internet, é comum encontrar textos que tentam persuadir os leitores usando de artifícios duvidosos e, até mesmo, desonestos. Então, antes de definir o que é um bom copywriting, é importante frisar o que não é e não define um bom copy.

Um bom copy não:

  • engana;
  • ludibria;
  • mente;
  • faz promessas falsas ou exageradas;
  • copia outro copy;
  • usa clichês e jargões.

A premissa do copywriting é estabelecer uma comunicação persuasiva, focando sempre nas características positivas do negócio e/ou do produto e destacando o que é realmente relevante para o público. 

Dessa forma, um bom copywriting cria uma conexão com o leitor, fazendo com que ele se identifique com o conteúdo, levando o usuário a acreditar em alguma informação baseada em um fato real e legítimo.

Na prática, isso significa responder às seguintes perguntas:

  • Qual é a dificuldade do leitor?
  • De que forma você pode ajudá-lo?

Essas perguntas servem como um ponto de partida para que o copywriting alcance o seu objetivo.

Quais são os benefícios do copywriting?

Mais do que conseguir vendas, o copywriting também permite aprimorar sua comunicação, entregando mensagens mais eficientes e objetivas, com foco em quem realmente vê valor no seu negócio e tem potencial de se tornar o seu cliente.

Além disso, em um ambiente digital cada vez mais competitivo, o copy é o responsável por destacar sua solução e mostrar aos usuários por que você é melhor que seus concorrentes, persuadindo positivamente os leitores e gerando reconhecimento à sua marca.

Como planejar uma estratégia de copywriting?

O planejamento é uma etapa essencial em qualquer atividade e isso não é diferente no copywriting. Antes de abordarmos as técnicas de escrita persuasiva, é importante falarmos sobre o processo que antecede o texto em si. Vamos lá?

Conheça o seu leitor

Um copy eficiente não se faz com base em achismos. Isso significa que você deve saber exatamente com quem está conversando, quais são suas dúvidas, necessidades e desejos.

Tenha em mente que o copywriting gira em torno do convencimento, e é impossível convencer alguém se você não tem clareza sobre o que ele está querendo ou precisando, não é mesmo?

Existem técnicas próprias para descobrir e traçar o perfil do seu potencial cliente, como a criação de buyer-personas —  perfis semi-fictícios que representam o seu público ideal a partir de dados reais como idade, sexo, ocupação, interesses, hobbies, etc.

Tenha um objetivo claro para o seu copy

No início deste artigo mencionei que o objetivo do copywriting é gerar uma conversão, mas nem sempre isso está relacionado com realizar uma venda imediatamente.

Quando o copy é usado em uma jornada, como, por exemplo, um funil de vendas, o texto serve para conduzir o usuário pelas etapas, e em cada uma delas o objetivo pode variar. Abrir um email, preencher um formulário, baixar um conteúdo, etc, são exemplos desses objetivos. 

Por isso, é necessário desenhar uma estratégia e definir o que se pretende alcançar em cada etapa. Só assim é possível determinar como o copy vai ajudar você nesse processo.

Saiba o que ofertar

O relacionamento com seus potenciais clientes se constrói gerando valor. 

O valor é “algo” que agrega à vida do leitor, causando um impacto e transformando o seu momento atual. Pode ser um conteúdo educativo ou um material de apoio aprofundado, como um ebook, uma vídeo-aula, um curso, entre (muitos) outros.

Uma oferta de valor é responsável por intensificar o contato entre seu negócio e sua audiência, permitindo que o usuário confie e se conecte com você e, em troca, dê algumas informações relevantes sobre ele, como seu email e/ou telefone.

Percebe por que é tão importante? Só uma oferta assertiva (com um copy convincente) dá margem para que um visitante engaje e se torne um lead, ou em outras palavras, um potencial cliente qualificado para o seu negócio.

Faça uma análise para entender que tipo de valor gerar e oferecer ao seu público antes de começar sua estratégia com foco na conversão.

5 gatilhos de copywriting para vender mais

No copywriting, você precisa levar o seu leitor a acreditar, aceitar e/ou tomar uma decisão, e isso só é possível dominando as habilidades de persuasão. Mas afinal… do que se trata esse conceito?

A escrita persuasiva faz uso de princípios psicológicos que estruturam a forma como agimos. Esses princípios estão atrelados ao que chamamos no copy de gatilhos mentais.

Existem 5 grandes gatilhos mentais que englobam as táticas mais importantes de um copy. É sobre eles que falaremos a seguir.

1. Reciprocidade

Você já se sentiu na obrigação de retribuir uma atitude legal que alguém teve com você? Isso acontece porque o ser humano, por natureza, tende a responder ações com outras equivalentes. Em essência, é assim que gatilho de reciprocidade funciona.

Este gatilho está diretamente ligado à oferta e tem como objetivo gerar valor e entregá-lo ao potencial cliente de forma que ele retribua essa ação (falamos sobre isso lá no planejamento!).

Portanto, o melhor jeito de conseguir algo do seu leitor, é oferecendo um benefício em troca. Você pode usar conteúdos, bônus, trials e o que mais você preferir (e fizer sentido para o seu público, é claro). 

2. Prova social

Pessoas são influenciáveis. E isso não é só uma teoria, existem muitas provas de que os consumidores preferem comprar de empresas que já tiveram os seus produtos testados e validados por outros clientes. 

No copywriting, esse fator é usado como arma de convencimento para causar um estímulo e destacar a credibilidade do negócio. Algumas formas de colocar em prática este gatilho é por meio de depoimentos, cases de sucesso, número de clientes, entre outros. 

3. Autoridade

O gatilho mental de autoridade é muito poderoso e, muitas vezes, é usado junto ao gatilho de prova social. 

A ideia desse gatilho também está relacionado com a validação do produto, mas dessa vez, por grandes nomes do mercado, buscando dar destaque à reputação do seu produto e provando que você realmente entende do assunto.

Depoimentos de especialistas, indicações de influencers, cases de sucesso de empresas de grande relevância no seu nicho são alguns exemplos de formatos que abordam este gatilho. 

Outras formas de trabalhar sua autoridade é desenvolvendo conteúdos acessíveis que firmam você como um expert frente aos consumidores, como vídeos, artigos, pesquisas de mercado, etc. 

Lembre-se que o objetivo deste gatilho é conquistar a confiança do seu público.

4. Escassez 

Este é, possivelmente, o gatilho mais usado quando o objetivo é gerar vendas. A escassez explora o receio de perder algo ou alguma oportunidade, por isso mexe com emoções como medo, frustração e sentimento de pertencimento (afinal, ninguém gosta de ficar de fora, não é verdade?).

Alguns dos gatilhos de escassez mais usados são escassez de:

  • tempo;
  • bônus;
  • vaga;
  • acesso.

Apesar de ser um gatilho muito efetivo, deve ser usado com responsabilidade. É muito importante que você cumpra com sua promessa, especialmente se você não quiser perder sua credibilidade. 

Por exemplo, se você enviou um email com um desconto especial disponível só até a meia-noite, certifique-se de que esse desconto só estará realmente disponível até esse horário.  

5. Afeição

Você já conseguiu recusar um favor a alguém que você gosta muito? Mesmo que exija um esforço, é bem provável que você diga sim quando alguém especial pede algo, sejam amigos, familiares ou mesmo nas relações profissionais.

Quando levamos isso ao copywriting, o resultado pode ser bem eficiente. Mas como despertar o afeto dos seus leitores? 

O maior estímulo está na empatia. Quando você (em posição de vendedor) se põe em uma situação semelhante ao do seu comprador, consegue gerar familiaridade e afinidade – fatores-chave para conquistar o seu potencial cliente.

Ao usar este gatilho, o copy explora, geralmente, técnicas de storytelling, narrando uma história que promova uma conexão entre o leitor e quem escreve, facilitando que o usuário ouça o que você tem a dizer e aceite suas propostas. 

Bônus: o que é e como usar a jornada do herói no copywriting?

Quando mencionei o storytelling no gatilho da afeição, não pude deixar de lembrar da jornada do herói, um dos princípios mais relevantes do copywriting (e, por isso, essencial nesse post).

A jornada do herói é um conceito usado em narrativas mitológicas e que tem, normalmente, 12 etapas que servem para guiar e contar uma história.

É uma técnica tão eficiente que é possível encontrá-la entre as histórias mais famosas do mundo, como Star Wars, Rei Leão, O Senhor dos Anéis, O Mágico de OZ e muitas outras.

No copywriting, a jornada do herói permite contar sua história de uma forma que envolva o leitor e o aproxime de você, do seu negócio e sua solução. 

A seguir, conheça as 12 etapas que estruturam essa jornada.

As 12 etapas da jornada do herói

  1. Mundo comum: no início, o herói (que pode ser você ou o seu cliente) está vivendo uma vida normal e monótona.
  1. Chamado à aventura: então surge um desafio que faz o herói sair da zona de conforto e mudar o seu cotidiano.
  1. Recusa do chamado: apesar de tentador, o herói resiste para aceitar o chamado, normalmente por medo e insegurança.
  1. Encontro com o mentor: o herói conhece um mentor (Mestre dos Magos, Mestre Yoda, Gandalf… percebe a semelhança?) responsável por motivá-lo e ajudá-lo na aventura.
  1. Travessia do primeiro portal: o herói passa pelo primeiro desafio e entra em um mundo novo, mágico e especial.
  1. Testes, aliados e inimigos: surgem problemas e desafios que requerem de coragem. Aqui, normalmente, o herói conhece aliados que o ajudam a enfrentar seus inimigos.
  1. Aproximação da caverna secreta: o herói supera todos os testes e se prepara para uma grande luta, a mais esperada da aventura.
  1. Provação suprema: acontece, então, o ápice do enredo. Aqui o herói enfrenta a maior dificuldade da história.
  1. Recompensa: o herói vence seus inimigos, supera seus medos e recebe uma recompensa por ter aceitado o chamado à aventura.
  1. O caminho para casa: o herói retorna para o mundo comum por um caminho que não oferece tanto perigo. É o momento de reflexão.
  1. Ressurreição: surge uma última batalha, mais um teste onde ele precisa enfrentar o perigo novamente. Neste estágio, o herói destrói definitivamente o seu inimigo e consegue salvar todos à sua volta.
  1. O retorno com o elixir: o herói volta para casa (o mundo comum) e é reconhecido pelos seus feitos.

No copy, estas etapas podem ajudar você a criar uma narrativa criativa e emocionante, destacando pontos de virada e transformação capazes de engajar o leitor até o fim. 

Dica: use a jornada para contar sua história, a da sua empresa ou até mesmo a de um cliente como case de sucesso — as opções são diversas!

Conclusão

O Copywriting é uma técnica poderosíssima para as estratégias de vendas e vem ganhando cada vez mais força no mercado de infoprodutos e serviços digitais. Além disso, vai te mostrar como se destacar no mercado que está, cada vez mais, competitivo.

Espero que este post tenha ajudado você a entender o seu conceito e suas principais técnicas para redigir um copy envolvente e, principalmente, que converte.

Ao construir o seu copy, lembre das armas de persuasão, gatilhos mentais e outras táticas de comunicação citadas aqui, e nunca se esqueça que, acima de tudo, o objetivo de uma bom copy é conquistar o leitor através das emoções, sempre se mantendo franco e verdadeiro com o público.

Se ainda restou alguma dúvida sobre o que é copywriting, escreva um comentário aqui embaixo e podemos conversar.

Boas conversões e até a próxima! 

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