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Saber o que é benchmarking é uma das etapas básicas do planejamento estratégico de um negócio digital. Afinal, quem nunca comparou o próprio trabalho, como um vídeo ou social post, com o de uma referência tão admirada? Ter um benchmark é puramente isso, comparar algo com a referência.

 

Antes de prosseguir com este artigo, saiba que é necessário derrubar o mito de que benchmarking é papo exclusivo de grandes empresários. Mesmo que você tenha um pequeno negócio, como um curso online, por exemplo, vale a pena fazer benchmarking. 

 

Até porque o empreendimento que é de micro ou pequeno porte tem muito mais potencial de crescimento do que uma empresa grande, com princípios fixos e com soluções já bem consolidadas no mercado.

 

Por isso, continue a leitura para saber o que é benchmarking e como fazer o seu!

 

Se preferir, veja este conteúdo em vídeo:

 

 

O que é benchmarking

 

Em linhas gerais, benchmarking é a comparação de produtos, práticas empresariais, serviços ou metodologias usadas ‘pelos rivais’. Além desse paralelo, deve-se assimilar algumas características desses produtos ou serviços para que possa se alcançar um nível de superioridade gerencial ou operacional.

 

Elon Musk, um dos maiores empreendedores da tecnologia, não só faz benchmarking, como é habituado a examinar um negócio em detalhes a fim de descobrir os conceitos envolvidos na sua criação e, assim, produzir algo semelhante, porém melhor. E mais: ele costuma começar pelo futuro, para planejar os passos até o presente. Como se fosse uma engenharia reversa.

 

Dessa forma, ter um benchmark é também, de certa forma, pensar no futuro. Esse processo leva o empreendedor a pensar nas necessidades não atendidas e ocultas — que nem ele mesmo tem consciência de que está faltando no seu negócio. 

 

Como funciona o benchmarking

 

O benchmarking pode funcionar das seguintes maneiras:

 

  • Interno

É recomendado fazer benchmarking interno durante reuniões entre filiais-modelo, departamentos e outras unidades da própria empresa. 

 

Compare as métricas do seu produto ou serviço com o período anterior, observe se algum time teve um desempenho melhor que o outro e gere uma troca de aprendizados entre eles.

 

  • Competitivo

Este é o benchmarking mais tradicional, de análise dos concorrentes. A ideia é superar as inovações dos negócios que disputam pelo mesmo mercado que você, o que não é nada fácil, principalmente porque esses diferenciais dificilmente estarão livres, à sua disposição. 

 

Uma estratégia bem frequente é simplesmente contratar os concorrentes e descobrir como funciona o serviço deles. No entanto, a prática mais recomendada é buscar dados oficiais e seguros.

 

  • Cooperativo

Este é o tipo de benchmarking oposto ao competitivo, como o nome já diz. Duas ou mais empresas firmam parceria e compartilham informações sobre os seus processos. Empresas ‘modelo’ também costumam fazer isso, abrindo as suas portas para que todos conheçam alguns dos seus métodos.

 

Foi o que a Dobra, empresa brasileira de carteiras, tênis e camisas, fez ao lançar um curso gratuito ensinando toda a história e práticas da empresa: Hackeando a Dobra. O curso conta desde a escolha de plugins do site da startup até os planos de impacto positivo para a sociedade. Não satisfeitos, eles também têm uma página dedicada para que qualquer usuário possa replicar as suas carteiras.

 

  • Funcional ou genérico

Neste tipo, é feita a comparação entre o processo de trabalho de duas ou mais companhias, mesmo que sejam de segmentos distintos.

 

A relevância de fazer esse tipo de benchmarking, é escolher a melhor empresa possível — mesmo que seja de uma área diferente da sua.

 

6 exemplos para ajudar você a fazer um

 

Na prática, como fazer benchmarking? 

 

Busque informações em relatórios financeiros

Como já mencionamos, um benchmarking competitivo, porém ‘limpo’ utiliza dados públicos e oficiais. Se a finalidade é vender mais ou vender tanto quanto aquele forte concorrente, pesquise maneiras lícitas de entender o status do negócio dele. 

 

Lembrando que, se a empresa estiver na Bolsa de Valores, esses dados estarão ainda mais acessíveis. A partir do momento que a marca tem sócios investindo nela, ela precisa prestar contas e disponibilizar seus balanços de forma acessível. Assim, vamos supor que você tenha um infoproduto, como um app. Se você quer mirar alto com o seu negócio, estude os relatórios da iFood e obtenha insights. 

 

Consulte fontes públicas de pesquisa

 

A era da transparência e exposição é essa: a das redes sociais e produção de conteúdo. Fique atento, seus concorrentes provavelmente estão postando cases, aprendizados, perrengues passados etc.

 

Utilize o LinkedIn

Como qualquer rede social, o LinkedIn também é uma fonte de informações gratuitas sobre suas possíveis inspirações. Mas, além disso, o teor desses dados é ainda mais corporativo, voltado para o desempenho profissional.

 

Ademais, você pode se conectar, enviar mensagens e realmente se tornar um parceiro virtual de alguém. Da mesma forma, você pode ficar de olho nos concorrentes e observar que estratégias estão executando, em relação a recrutamentos, novidades e lançamentos.

 

Compareça aos principais eventos

 

As feiras corporativas e as conferências também ajudam você a fortalecer seu negócio. Para empreendimentos digitais, você pode dar uma chance ao Sebrae, ao Instituto Empreender Endeavor e ao Fórum E-commerce Brasil.

 

Nesses eventos, normalmente, os especialistas discutem pontos de referência ainda em análise no mercado, os fornecedores também marcam presença, além dos próprios concorrentes — que podem ser estudados de perto.

 

Faça visitas

 

O contato olho no olho é uma das melhores formas de se comunicar com a sua referência nos negócios. A propósito, consultar um material aí na sua casa, não significa total compreensão dos dados. Porém, se você tiver a oportunidade de conversar com um empreendedor, há chances de tirar as dúvidas diretamente.

 

A Dobra e a Resultados Digitais, por exemplo, são exemplos de empresas receptivas a isso. Outro exemplo famoso que encoraja e até marca cafés com outros empreendedores é o Thiago Nigro, milionário e criador do canal no YouTube “Primo Rico”.

 

Contrate mentorias

 

Se o seu maior concorrente dá mentorias, sinta-se sortudo. A regra geral é que nelas sejam revelados os maiores desafios enfrentados pelo mentor, que erros cometeram e o que ele aprendeu com cada uma dessas falhas, entre outros.

 

O seu concorrente não é um inimigo, então aproveite a oportunidade, já que ela é uma possibilidade de examinar um negócio que não é seu e, ainda, projetar melhorias. 

 

Outra opção é começar pelo StartSpark, o programa gratuito de empreendedorismo da HeroSpark.

 

É simples compreender o que é benchmarking e o seu poder em um negócio. Significa destrinchar processos e revelar o que falta, compondo assim, a fórmula para criar uma solução que sirva, de uma forma ainda melhor, os clientes.

 

Ainda novo nessa área de empreendimentos digitais? Então confira este conteúdo com opções promissoras de negócios! 

 

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